hoovaranas: banda lança álbum ‘Poluição Sonora’

Nascida em meio aos eventos alternativos e independentes de Ponta Grossa/PR, a hoovaranas desde o início trabalha com o autoral. A experimentação em improvisos e jams deram origem a várias músicas da banda que neste ano lançou seu debut, o álbum conceitual e visual “Poluição Sonora”, trazendo a essência da banda em uma sonoridade fora dos padrões. Gravado em uma chácara, dentro de um galpão, o álbum conta com oito faixas. Em algumas delas surgem barulhos urbanos, entre eles o do trânsito, pedestres, ambulâncias, vento nos prédios e até mesmo a chuva. Tudo pensado para que quem esteja ouvindo mergulhe no conceito da poluição sonora de uma cidade caótica. Apresentando-se em bares, eventos e festivais, bem como divulgando seu material, a banda progressivamente busca espaço, tornando-se uma referência na música psicodélica e progressiva da região.

Essencialmente psicodélico, Poluição Sonora passa por diversos estilos musicais: começa com Surf Music, segue pelo Rock Progressivo e Psicodélico e acaba no Stoner Rock. Faz também referência ao Baião, Tango, Música Egípcia e Música Indiana. No YouTube foi lançado como álbum visual, contextualizando cenas do cotidiano urbano, gravadas em parceria com o produtor cultural, músico e fotógrafo, Danilo Gabriel, buscando ângulos que captam pontos de vista alternativos do centro da cidade, onde a música se torna trilha sonora dos acontecimentos. O desejo incansável de fazer música deu origem ao Poluição Sonora. A gravação em uma chácara isolada foi parte relevante no processo de criação. “Ao nos afastarmos da cidade, pudemos sentir com clareza o caos urbano que continuava ressoando dentro de nós e então traduzi-lo com nossos instrumentos. Essa é a essência da hoovaranas, a transmissão do que sentimos, gerando uma massa sonora com propósito, carregada de sensações e significados”.

O Lançamento do primeiro álbum é um marco para a banda e para a cena alternativa e independente da cidade, que está florescendo com seus músicos, pintores, poetas e produtores. Assim como o nome da banda, o álbum visual é também uma homenagem à cidade, para eternizar a conexão da banda com sua terra natal, mostrando o que ela tem e é capaz de produzir. O caos e suas peculiaridades contidas no álbum foram representados por meio de diversas referências, estilos, sentimentos e sensações. Da agitação à calmaria, da agressividade ao relaxamento, são oito faixas que levam quem está ouvindo a imergir em uma viagem frenética, passando por diversos países e culturas. São várias experiências, que também são transmitidas nas apresentações ao vivo.

Todo o processo de gravação deste primeiro álbum foi registrado, resultando no documentário “Depois da Tempestade”. O nome é uma homenagem à pintura feita pelo pintor pontagrossense Saulo Pfeiffer, que deu à banda a honra de utilizá-la como capa do álbum. O documentário foi produzido pelo produtor cultural, músico e fotógrafo Danilo Gabriel e segue uma linha parecida com a do álbum visual, captando a essência do conceito e aqueles pequenos detalhes que às vezes passam despercebidos.

Formação

Rehael Martins (guitarras)

Eric Santana (bateria)

Jorge Bahls (baixo)

Links Relacionados

YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=gkhmgCKLJ1E

Streaming

Spotify

https://open.spotify.com/album/51GGDnzs9aqPNCJYSvmQyY?si=iCytPwshTkWOw8MYXhGZ2A

Apple Music

https://music.apple.com/us/album/1463063149

Deezer

https://www.deezer.com/br/album/96322532

E em muitos outros

Contato

hoovaranas@gmail.com

+55 (42) 9 99545143 (Eric Santana)

Fonte: Alexandre Bensberg